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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Viagem Parte 7 - Estrada do arroz

Viagem Parte 7 - Dia 17/11/2008, segunda-feira, Estrada do arroz

Ufa! Conseguimos sair de Joinville! Nada contra a cidade, mas já estávamos atrasadíssimos pra começar o longo pedal até Blumenau! Seriam 95 km e isso, na nossa média de 20 km/h levariam 5 horas sem paradas! Ou seja, no mínimo umas 6 horas de viagem. O problema, como o Pedro falou no Post passado era pedalar no escuro, que seriam inviável!

Mas por outro lado, a estrada era nova e por indicação do nosso amigo da Casa Turnes e da nossa amiga Tatiana, Curitiba. O início era fácil: só passar por baixo do viaduto (BR 101) em direção a Guaramirim.

Até esta cidadezinha, o trânsito foi mais tenso um pouco. Isto porque o acostamento não era tão bom e o tráfego de caminhões e carros era intenso! Além de quê, uma novidade, o tráfego de pessoas e bicicletas (kkkkk, bicicletas e não ciclistas! Sabem aqueles doidos que pedalam ziguezagueando? Então...). Pelo menos a chuva tava dando uma amenizada!

Nosso pedal tava puxado! A pressa era grande, assim como o caminho!

Assim quando a periferia de Joinville foi passando, o trânsito foi melhorando e a estrada também. E com a cidade para trás, começaram a aperecer as vistas e as primeiras plantações de arroz! O fundo do cenário eram montanhas virgens! Uma vista surpreendente! O pedal começou a ficar cada vez mais agradável, ainda mais que a chuva era bem ralinha, nada que incomodasse! Show!

Em uma de nossas paradas, em um boteco de estrada, fizemos um videozinho bacana! E ainda trocamos idéia com uns representantes de cerveja que estavam no mesmo caminho que a gente! O Pedrão falou: "Se a gente cançar a gente vai lá dentro"! E apontou pra caçamba do caminhão deles! Comédia demais! kkkkk


Para assistir com qualidade melhor, clique aqui.

Pedal pra frente! Começamos a reparar na quantidade e beleza dos cemitérios durante nosso percurso! Isso mesmo! Os cemitérios mais bonitos do Brasil! kkkk Todos muito bem cuidados e floridos! De perto e ao vivo dava gosto de se ver! Mórbido, né?! Mas eram bonitos mesmo. Foi muito engraçado que viajar de bike nos dá mais tempo de contemplar as vistas! Isso é algo que não tem preço! E ao passar por uma dessas cidadelas pequenas eu fui olhando pra cidade e reparando que não havia uma sequer pessoa passeando por lá! Nem cachorro sem dono tinha... hehehe daí quando olhei pro outro lado da rodovia, um cemitério enorme e também muito bonito! kkkk Meu pensamento na hora, olhando pra um lado (a cidade sem uma alma viva) e pro outro (um grande cemitério), foi algo do tipo: "Será que todo mundo passou pra esse lado?" kkkk Sinistro! Pedal pra frente...

Mais uma paradinha estratégica para comer, numa parada de ônibus (nessa estrada tinham muitas paradas)! Plantações de arroz de um lado e do outro e até onde a vista ia! Bonito demais da conta! Em frente à parada de ônibus, uma planta com muitas flores amarelas como nunca tinha visto! Lembrei da minha Mamy's! hehehe Fui lá só dar uma olhadinha! heheheheh

Continuamos nosso pedal, preocupados com o horário! Já estava dando horário noturno e ainda faltavam muitos quilômetros! Nossa próxima parada foi após várias montanhas subidas e um pedal sinistro, porque o acostamento em alguns pontos simplesmente deixavam de existir! No lugar deles uma vala enorme para escoamento de água! Pedrão na frente e eu concentrando na lanterna dele, sem olhar para o chão! Ele tremia de lá e eu daqui! Teve um pequeno trecho de uns 50 metros que resolvi fazer andando porque estava sinistro demais! Mas passou! Pedal pra frente!

Chegamos no município de Blumenau! Ufa!!! De novo! kkkk Já eram 20h e o céu estava escurecendo! Paramos na Polícia Rodoviária Federal e um agente muito gente boa veio conversar com a gente! Ele nos incentivou a continuar. Disse que o caminho até o centro era bem iluminado e o caminho tranquilo. Só nos alertou quanto aos transeúntes (tanto à pé quanto de bicicleta) no caminho que poderiam nos atrapalhar! Beleza! Animados novamente! Apenas 20 km para chegar! Seguimos nosso caminho rumo ao centro da cidade!

Tivemos alguns momentos perigosos até lá, mas nada aconteceu de grave! Pronto! Estavamos passando a ponte para o centro de Blumenau! Agora era só procurar lugar para ficar. Sabíamos que ali não tinha albergue, então fomos pedalando em direção ao centro, procurando um hotelzinho barato para nos hospedar! E ainda estávamos preocupados com preço, pois todo mundo falou que em Blumenau tudo seria caro! Encontramos 2 hoteis próximos! Um de aparência meio "caminhoneira" e outro já no estilo alemão! Após tomada de preços e impressões, decidimos ficar no hotel "alemão", chamado Danúbio! Pena que mais uma vez tivemos que subir escadas com as bikes! Mais algumas milhas! kkkkkk

Mas tudo bem, porque o hotelzinho era bem agradável e depois ainda tivemos o prazer de conhecer os donos que são pessoas muito simpáticas! A Janete até entrou aqui no Blog e deixou seu comentário! Show de bola, né?!

Agora o que nos apertava era a fome! E que fome! kkkkkkkkk Após um longo banho, fomos à caça de restaurante aberto numa segunda-feira depois das 23h! Ainda passamos num ponto de taxi, onde os caras nos ajudaram a chegar no Costelão, o único restaurante 24h da cidade! Mas era muito bom! kkkk E para chegar lá passamos pela Rua XV de Novembro, o centro histórico da cidade! Pedrão registrou várias imagens para ficar na memória! O que ficou na minha cabeça foi a qualidade da ruazinha e das calçadas! Todas feitas com, sabe aquele tijolinho tipo paralelepípedo?, Então! E tudo muito colorido! As construções meio coloniais! Pena que os luminosos e banners constratavam com a beleza da cidade!

No costelão, mais uma vez, comemos que nem dois cachorros sem dono e amarrados durante muito tempo! kkkkkk Acham que eu tô zoando?! kkkk Se liguem nas fotos! hehehehe

Depois de comer muito, voltamos pro hotel! Eu querendo mais uma vez pegar um taxi e o Pedro tentando me convencer de que era pertinho! Mas eram mais de 20 minutos caminhando! E eu morrendo de sono e com as pernas travando! Tudo bem, tudo bem... Chegamos vivos no hotel! Preparamos nossas garrafinhas d'água para o dia seguinte na geladeira do hotel e fomos dormir! Mais uma vez eu apaguei!

Pedrão! Completa aí!

Bjos a quem for de bjos e abraços a quem for de abraços!

Bruno.


Brunão temos que terminar logo de contar a viagem, vc está começando a trocar a ordem das coisas. Mas blz. Mesmo assim a galera entendeu tudo. hehehehehe Só a parada na parada de ônibus (comemos nutri) que foi antes da parada do buteco (comemos sanduba). Tá valendo.

A paisagem foi muito bonita, pena que pegamos final de dia, tempo meio chuvoso e estavamos com pressa. A pressa era grande. No 1º trecho da viagem somando as paradas o tempo era de cerca de 3h e 30min. Mas o medo de pedalar de noite fez a gente diminuir as paradas e dessa vez ficou somada em cerca de 40min. Paravamos sempre de hora em hora para manter o rítimo que tinha dado certo, mas tinhamos que ser rápidos.

Inclusive mais um raio da minha roda quebrou. Só que não tinhamos tempo. Fiquei um tempo andando atrás do Brunão pra ele não percerber, fingi que nada aconteceu e fiz cerca de 70% do pedal com a roda pegando no freio. Mas o motivação era maior.

Chegando em Blumenau depois de falar com o prestativo policial, escureceu. Pedalamos um tempo de noite mas já era civilização, sem caminhões e maioria com luz. Em um dos trechos sem luz o Brunão caiu num buraco, mas não caiu da bike. Se fosse na minha bike, ela tinha quebrado.

Já na cidade, talvez pelo horário noturno e as pessoas mais estressadas, mas foi o lugar que mais sofremos com os motoristas que pensam que a pista é só deles e bicicleta deveria andar dentro de casa. Teve uns que até buzinaram e um ônibus tirou um fino de mim que eu até respirei fundo depois. Brunão atrás de mim também ficou assustado quando viu.

Esse dia ficamos muito cansados, acho que foram as fotos que a gente está com mais cara de cansado. No final da noite foi foda andar de volta até o hotel. Teve bom.

Os números do pedal:

Pedal: 5º
Trecho da viagem: 2º
Tempo pedalando: 04:56:00
Tempo de viagem: 05:35:00
Distância: 95.18 km
Média: 19.2 km/h
Velocidade máxima: 54.0 km/h
Trânsito: Pegamos a estrada do arroz por conselhos das pessoas locais, estrada boa, maior parte com acostamento bom, apesar de alguns trechos ruins, inclusive passando apertado rente a um desfiladeiro, muito sinistro. A visão foi ótima, plantações de arroz durante todo o percurso. Chegamos final do dia pois demoramos a começar a viagem por problemas técnicos. Saimos por volta de 16:10. Já na cidade escureceu e pedalamos a noite dentro da cidade, teve carro que queria jogar a gente pra fora da pista como se a pista fosse deles mas o trânsito não estava tão movimentado. Como não queríamos pedalar a noite as paradas foram muita curtas. Chegamos no hotel por volta de 21:45.
SKOL: uns canecos de cerveja local (quem mandou não patrocinar).
Lances de escada carregando a bike depois de pedalar 95 km com as malas molhadas amarradas na bike e pesando muito mais de 12kg: 1
Raios trocados, bike do Pedro: 1

Abraços,
Pedro

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Viagem Parte 6 - Joiville, uma saída conturbada!

Viagem Parte 6 - Dia 17/11/2008, segunda-feira, uma saída conturbada!

Segunda-feira, ressaca! kkkkk De boa, estávamos de férias mesmo! E não seria a última vez, jamais! kkkkk Levantamos e começamos a nos organizar para sair do hotel. Já estava tarde e ainda tínhamos duas coisas importantes para fazer: consertar a bike do Pedro e costurar o meu alforge.

Descemos com as bikes e conversamos com a recepcionista do hotel para esperar-nos enquanto íamos atrás de silver tape, linha, agulha de costura e da Casa Turnes, a loja de bike indicada pelo nosso amigo garçom! Seguimos o rumo indicado pela recepcionista do hotel em direção a lugar nenhum! kkkkk Isso mesmo! Nos perdemos várias vezes e todas as vezes que perguntávamos para alguém, mais um caminho doido nos era indicado! O pior era ver a cara do pessoal quando eu falava em "Silver Tape"! Parecia um mito ou um palavrão! Putz! Ninguém sabia o que era! Até que paramos em frente a um galpão que parecia de construção e um camarada esperto sabia tudo que a gente queria. Nos indicou voltar ao shopping e procurar uma loja chamada Cassol Center Lar. A Cassol parece com a Leroy Merlin de Brasília. Lá eu comprei super bonder e silver tape e ainda consegui a informação de onde eu poderia encontrar linha e agulha de costura.

Agora me lembrei de um detalhe importante. Importante não, cômico!!! Eu entrei no shopping parecendo um alienígena, de sapatilha, bermudinha de ciclista, saco de lixo no corpo e capacete! kkkkkkkk Todo mundo me olhava. Não imagino porque?! kkkkkkkkk

Saímos do Shopping Muller Joinville e seguimos pra loja de costura! Encontramos! Comprei o que era necessário e finalmente seguimos para a Casa Turnes. Que era longe... Muito longe! Perto do Terminal Norte (não sei de quê, mas acho que deve ser de ônibus).

As lojas de bike no sul são exemplares! Todas são grandes, muito bem organizadas, repletas de equipamentos para todos os gostos e com equipe de atendimento diferenciada. A Casa Turnes seguia essa regra também! Acho até que foi a maior que entramos em toda a viagem. A mocinha do balcão teve que chamar o gerente para nos atender, porque eles estavam com a oficina cheia. Ahhh e por falar em oficina! Eu digo-lhes como são as oficinas por lá: enormes! E limpas! E organizadas! E acessíveis aos clientes! E... E... E... E... Show de bola!

O camarada entendeu nossa situação e resolveu dar uma ajuda. Ele mesmo atendeu a bike do Pedro. Enquanto isso eu tirei meu alforge e comecei meu trabalho como costureiro! kkkk Pense numa costura boa! A cada tantos centimetros de linha passada, cola super bonder por cima! Já tava ficando chateado com o alforge que rasgava toda hora! (Lembram-se de Curitiba?). Eu ali no chão, o Pedrão dando um help na bike dele e a gente animadáço, como sempre, fazendo piadinhas e conversando com a galera! A galera era muito, muito séria! Prestem atenção: eles eram sérios! Mas não mal-educados! Apenas sérios! Não riam com as nossas piadas, nem davam muita moral para o fato de a gente estar fazendo tal viagem. Mas mesmo assim conversaram bastante. Em especial um "galego" (kkkkk é a primeira vez na vida que chamo alguém de galego! kkkk), que nos atendeu muito bem! Nos orientou a seguir pela estrada do arroz ao invéz do nosso trajeto inicial (pela praia) e nos explicou porquê: pouca praia, muito vento, maior distância! Dica aceita com muito gosto! E pra ser mais gente boa ainda, ele pediu que a chefe dele imprimisse a trilha do circuito europeu de cicloturismo que rola em Blumenau! Nós achamos muito bacana da parte dele! Agradecemos, terminamos nossos trabalhos por aqui e tocamos rumo à saída.

A saída estava longe! Tínhamos entrado muito na cidade para chegar à Casa Turnes! Então resolvemos almoçar, num resturante que parecia uma casinha com varanda. Super agradável e barato. E pra melhorar, um dos donos (pelo menos foi o que pareceu ser), trocou várias idéias com a gente e ainda escreveu como deveríamos fazer pra pegar a estrada do arroz. Dizia mais ou menos assim o papelzinho: "Estrada do arroz - guaramirim pega para massaranduba/blumenau". Tudo em cima, pedal pra frente e rumo à saída.

Como nós já estávamos muiiiiiiiiiiiiiiiito atrasados e meio frustrados com tanto probleminha com nossos equipamentos, não seria nenhum problema furar o pneu do Pedrão, bem na saída da cidade, né?! Não?!?!?!?! Precisam ver o humor do Pedrão! kkkkk Comédia! O frentista do posto nos indicou a casa de um senhor que conserta bikes perto da onde estávamos. Então fomos até lá! Chegando lá, o senhor tinha idade pra seu meu triavô! Não tô zoando não! Ele era ancião mesmo! E ainda na ralação com bikes! Mas categoricamente/sistematicamente nos negou remendar o pneu! Pode uma coisa dessas?! Sinistro... Não deu nem atenção à nossa história. "Pra hoje não posso atender", foi o que disse. Então eu olhei pro Pedrão e disse, vamos trocar logo a câmara de ar (tínhamos levado 2 de reserva). Viramos as bikes e começamos a troca! A chave de boca do Pedrão quebrou na primeira força que fizemos! O Pedro quase soldou com os olhos a chave, kkkkkkkkk PUTO! Mas pelo menos nisso o tiozinho da casa foi gente boa e nos emprestou as ferramentas dele. Depois de mais uma meia horinha perdida, finalmente estávamos prontos para seguir viagem!

É impressionante como estamos nos empolgando na escritura dos Posts... Olhem o tamanho que eles estão ficando!!! Portanto paro por aqui e deixo a viagem pra Blumenau para um outro Post!

Bjos a quem for de bjos e abraços a quem for de abraços!
Bruno.

PS: Pedrão, depois coloca os números do Pedal em Joinville! Valeu!

Galera,

A gente ta escrevendo demais mesmo, deve estar até meio cansativo com tantos detalhes. O problema é que a gente esta se amarrando em detalhar bem a viagem e isso será um histórico violentíssimo no futuro. hehehehe

O Brunão esqueceu algumas coisas. Vamos lá. A gente desceu do hotel já com o intuito de ir embora. Pensávamos em arrumar a minha bike, o alforge do Bruno e já pegar estrada. Porém o hotel não aceitava cartão e tive que deixar minha identidade com a recepcionista, pois não estávamos deixando nada pra trás. De boa, iríamos voltar pra pagar o hotel.

Enquanto procurávamos Silver Tape e outros, eu levei dois tombos. Os dois com a bike já parada. Ridículo! O pedal de encaixe estava prendendo muito o pé. Nas duas vezes eu estava com apenas um pé no chão e o outro encaixado no pedal, a bike desequilibrou com o peso do alforge e não deu tempo de tirar a sapatinha do encaixe do pedal. A primeira queda não deu nada, já a segunda queda! O resultado está na foto. Debaixo da meia está o pior! Passei um anticéptico e pedal pra frente.

Outra coisa, acho que a oficina das lojas de bike não são tão acessíveis assim para os clientes, porém a gente tinha que tirar o alforge da bike para arruma-la e na caruda íamos entrando e ninguém reclamava. Ocupávamos espaço, arrumávamos a bike e o alforge, conversávamos com todos numa boa e ficava tudo blz. hehehehehehe

Depois do almoço voltamos no hotel para pagar e pegar minha identidade. A moça do hotel já estava pensando o que fazer com a minha identidade de tanto que a gente demorou pra voltar.

Eu já estava preocupado com o horário. Já eram mais de 15 horas e a gente com a expectativa de pedalar os 95 km em cerca de 5 horas. Começou a ficar tenso e eu comecei a achar que a gente ia ter que dormir em alguma cidade no caminho ou pegar carona para não pedalar de noite, quando o meu pneu furou. Eu fiquei muito irado. Quase comecei a chutar a bicicleta de tanta raiva. Ainda mais quando descobrimos que um mero grampo de papel tinha furado o pneu, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Mas foi só pegar a estrada que com 10 minutos de pedal, 10 não, uns 20 minutos de pedal e eu já estava feliz e animado com o pedal. Mas isso fica para o próximo texto.

Os números do pedal dentro da cidade de Joinville:

Pedal: 4º
Tempo: 46:00
Distância: 10.39 km
Média: 13.3 km/h
Velocidade máxima: 30.8 km/h
Trânsito: cidade tranqüila e pedal bem leve, tudo na boa.
SKOL: 0 (zero), afinal ainda tínhamos 95 km pela frente.
Lances de escada carregando a bike: 2 (descida, dessa vez foi de boa.)
Raios trocados, bike do Pedro: 0

Abraços,
Pedro

Viagem Parte 5 - Almojanta e balada em Joinville

Viagem Parte 5 - Dia 16/11/2008, domingo, nosso almojanta e balada em Joinville.

Salve, salve amigos(as), parentes e curiosos do nosso blog! Hoje vou detalhar o fim da tarde e a noite de um domingo para nós (eu e Pedro), lá em Joinville.

Depois de um bom banho quente no hotel... E muita ralação para tirar a sujeira do corpo! Sem brincadeira! Foi muito sinistro. Minhas pernas estavam cimentadas! A meia eu joguei fora... Nem tentei lavar! kkkkkk Enfim, depois disso, fomos procurar lugar para almojantar! Isso porque eram umas 7h30 pra 8 da noite e nós estávamos varados de fome. Seguimos rumo à via gastronômica da cidade. Uma caminhadinha de uns 8 a 10 minutos e pronto. Estávamos em frente ao Madrileño! Um restaurante espanhol, que tinha bons vendedores, ops, garçons na porta! Nós até chegamos perto do outro restaurante, mas a fome era tanta que voltamos ao inicial! E não nos arrependemos!

Já sentamos em frente ao telão, onde passava o jogo do Mengão e próximo à única mesa que tinha um certo movimento, só para não parecermos os únicos por ali! Enquanto eu fui lavar as mãos, o Pedrão já pediu a torre de chopp! Quando voltei, já fui abrindo o sorriso! hehehehe 2,5 litros de chopp, geladinhos, até porque no frio que tava, nem precisava de geladeira! kkkk

O garçon que nos atendeu era muito gente boa! Se não fosse o trabalho, tinha sentado à mesa conosco, tomado chopp e batido papo a noite inteira (esse último ele fez! heheheh)! Ficou empolgadáço com a nossa viagem, falou da viagem que ele tinha feito de bike, etc. Depois eu descobri que ele estuda engenharia (acho que mecânica), daí eu bem que vi que o cara tinha nível mesmo! Taí... Uma coisa que não acontece aqui em Brasília: estudante universitário trabalhando em bares e restaurantes! Ponto pro sul! E pra fechar com chave de ouro, o nosso amigo ainda nos deu a dica de qual loja deveríamos procurar no dia seguinte pra arrumar a bike do Pedro. Não, não.. Pra fechar com chave de ouro, mesmo, ele nos disse onde seria a melhor balada da noite em Joinville, no Expresso.

Comemos uma bela carne, bebemos o suficiente e tomamos rumo ao Expresso. Agora sim, confesso que eu tava meio morto já. Mas na hora que chegamos na frente do bar, vimos o agito e eu não poderia deixar de sair nenhum dia pra balada, né não Pedrão?! kkkkk "Vamos entrar logo nessa P...". E entramos! Não me arrependo! Teve bom pacas e nossa única reclamação foi a música: sertaneja! Isso porque nós queríamos mesmo era uma balada eletrônica. Mas tudo bem, curtimos a noite inteira! Saímos de lá bebalhaços! kkkkkk Tão bêbado que eu até liguei pra minha coordenadora, Gicele (em pleno domingo à noite)! kkkkk Comédia demais hehehehe! Isso porque eu vi um "Out Door" do Enem! kkkkk

Ahhhhhhhhhhhhhhhh.... Eu não poderia deixar de mostrar a foto que tiramos de uma loja, assim que saímos bêbados do Expresso, de uma manequim gordinha!!! kkkkkk Rimos demais! Nunca tínhamos visto manequim gordinha vestida desse jeito! kkkkkk Até hoje a gente ri dessa estória!

Pedal pra frente, rumo ao hotel, que nessa hora tava mais distante ainda, ou será que nós que estávamos fazendo o caminho errado? Sei lá! kkkk. Só sei que no caminho vimos um anúncio gigante de uma pizzaria e lembramos que tinhamos que comer massa, pois no dia seguinte iríamos pedalar! hehehehe Ligamos e pedimos uma pizza gigante pra entregar no hotel. Massa porque o tempo de entrega foi o mesmo que levamos pra chegar no hotel! kkkkkkk

Bem na hora que chegamos no hotel, a pizza chegou também! Subimos mais umas milhas até nosso quarto! Ficamos de cara, pois os caras entregaram um bolo inteiro de guardanapos! Ficamos rindo de tudo e comendo pizza! 10 segundos depois que terminei a pizza, dormi! E não lembro de mais nada desse dia! kkkkk Bom porque assim deixo espaço pro Pedrão completar!

Bjos a quem for de bjos e abraços a quem for de abraços!

Bruno.

Os fatos, o Brunão, já relatou. Só faltou falar da nossa coragem de após viajar 10 horas, pedalando por praticamente 7 horas, ir andando até o restaurante (as pernas andavam parecia que estavam pedalando), andar até a balada, curtir a balada tentando mexer o corpo e voltar para o hotel andando mesmo o Bruno querendo pegar um taxi e eu convencendo ele a economizar. Quase desistimos da balada. Pense na nossa cara de cansados na balada. hehehe Mas a coragem era enorme.

Na balada, primeiro, estava tocando sertanejo, depois começou uma banda de Pagode Chique (eu também me perguntei o que significa). A banda tocava uma misturada de pagode com sertanejo, ou seja, não ficamos muito tempo na balada, nada contra, mas ainda por cima estávamos muito cansados e a mulherada idolatrando a banda. hehehehehe Mesmo assim aproveitamos.

Na volta pro hotel nos perdemos a acabamos andando um pouco mais, enquanto decidíamos não acordar tão cedo no dia seguinte e pediamos a pizza. Precisávamos descansar. Antes de dormir eu consegui alguns minutos de olhos abertos para subir as imagens para o álbum de fotos, foi difícil.

Abraços,
Pedro

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Viagem Parte 4 - E começa a brincadeira.

Viagem Parte 4 - Dia 16/11/2008, domingo, percurso Curitiba - Joinville.

Primeiro trecho da viagem, expectativa de 138 km de descida. Todo mundo disse que a gente ia descer de Curitiba para Joinville. Apenas o Junior que falou que a gente pegaria cerca de 40 km de subida. Vou te dizer uma coisa: foi dificíl.

Tudo preparado na noite anterior: malas, roupas separadas, garrafinhas de água e carboidrato deixadas agradecidamente na geladeira do hotel (valeu Hotel Paratini) e bicicletas já apontando a porta.

Treinamos apenas um mês para a viagem. O maior treino tinha sido 70 km no dia 8 de novembro no percurso de São Sebastião. Juntando isso com a adrenalina e dormir numa cama diferente da acostumada, acarretou em sono leve e sentimento que nem tinhamos dormido quando o despertador tocou 5:20 am. Isso mesmo 5:20 da manhã. Mais 10 minutos de soneca, 5:30 am. Para os padrões meu e do Bruno de acordar cedo, imagine como se a gente tivesse acordado 3:30 am então.

O café da manhã estava previsto para apartir de 6:30 e a gente ia tentar convencer a cozinheira de preparar algo pra gente umas 6:00. Só que a gente não tinha combinado com ela, que chegou pontualmente 5 minutos antes e colocou o café as 6:30. Tá massa, ficamos esperando uns 30 minutos e alogando enquanto já pegavamos umas bananas nas escondidas. hehehehehe. Só que não tinhamos percebido que tinha cameras no hotel, deu nada. hehehehehe. Afinal era muito importante sair bem alimentados, inclusive mais importante que ganhar 30 minutos na viagem. As 7:06 já estavamos pedalando, calibramos os pneus (foto com os dois ainda limpos) e pedal na estrada.

Primeira impressão da estrada já foi boa. Acostamento bom, largo e duas faixas de cada lado da pista permitindo que os carros ficassem sempre por lá.

O planejamento de acordar cedo e parar de uma em uma hora foi seguido. Com uma hora pedalando paramos logo depois de uma das muitas subidas, para comer um nutri e tentar concertar o primeiro de muitos raios quebrados da minha bicicleta. Graças a Bike Tech que fomos no dia anterior em Curitiba, tinhamos raios sobrando para tal imprevisto. Os caras foram tão profissionais quando deram os raios pra gente que fizeram dois raios maiores para colocar entre as catracas e a roda, excelente, tudo que precisavamos. Trocamos o raio, batemos um papo com o cachorro que não parava de latir as 8 am na casa próxima (eu dizia: calma amigo não precisa brigar, e ele respondia: AU AU AU!!!) e seguimos viagem.

Tudo que nós desciamos se transformava em subida logo em seguida. Foram 70 km subinnndo e descendo, subinnnnndddo e descndo, suginnnnnnddddddddooooooooo e dscndo. Com tempo nublado e sem chuva até o momento. Fomos parando de hora em hora. Primeira hora: 19 km/h, segunda hora: 22 km/h, terceira hora: 20 km/h e assim fomos com a média em torno de 20 km/h e o segundo raio quebrado dando mais um trabalhinho.


Para assistir com qualidade melhor, clique aqui.

Ai começou a chuver e muita neblina. Logo depois começaram as descidas. Agora eu não queria mais saber das descidas. Se for com chuva, neblina e caminhões parados no acostamento obstruindo por onde passavamos, eu prefiro suubbiiiiirrrrrrr e descer. Passamos por trechos muito perigosos, em alguns momentos desciamos da bicicleta para ir andando. Os trechos mais perigosos eram quando tinha caminhão parado, em pontes e quando o acostamento virava 3ª faixa para os carros justo nos trechos mais perigosos.

Ficamos impressionados com a presteza de maioria dos caminhoneiros. A maioria mudava de faixa, reduzia um pouco e nós ajudava mesmo com pequenos gestos. Obrigado especial para esses caminhoneiros.

Com a chuva, na descida, pedalando sem fazer força e sem largar dos freios, veio muito frio. Paramos antes de completar 4 horas pedalando, pois o frio e a possibilidade de uma parada em local melhor nos forçaram.

Paramos na residência de um cara que nos deixou aproveitar de sua varanda para esquentar, comer (um panetone cada, que foi devorado, segundo nutri e rapadura) e ainda nos ajudou enchendo com água duas garrafinhas nossas.

Torcemos as blusas, colocamos blusas secas, um saco para improvisar proteção da chuva e do vento e a camisa molhada por cima para sujar a mesma camisa. Mesmo com chuva, trechos perigosos, cansaço após cerca de 80 km, a motivação ainda era grande.


Para assistir com qualidade melhor, clique aqui.

Toda hora lembravamos das pessoas falando que iamos descer para Joinville. Quando finalmente chegou a tão proclamada descida, sofremos com a chuva, neblina e trechos perigosos. Mas quem disse que seria fácil? Pelo contrário, todo mundo chamava a gente de doidos. Ali percebemos que realmente a gente não batia bem da cabeça mesmo.

Mas a viagem seguiu. A descida acabou com cerca de 105 km de viagem e a chuva também. Na verdade a chuva não acabou, ficou apenas chuviscando. Mas o frio tinha ido embora e a camisa seca por baixa do saco já estava toda suada.

Faltando pouco para chegar em Joinville, os dois já cansados eu falei para o Brunão:

- Ah muleque, eu to motivado. To me amarrando. Ta du car... a viagem. Até agora não senti vontade de parar. Vamos que vamos.

A cara dele não parecia ter a mesma motivação, mas com certeza parecia estar feliz com a viagem.

Agora a viagem já não tinha mais tantas subidas e descidas, o tempo melhorou e finalmente depois de 137 km chegamos em Joinville.


Chegamos com fome, sujos e cansados, mas chegamos felizes e com uma enorme satisfação de cumprir o primeiro trecho da viagem.

Vou deixar o Brunão comentar.

Números do pedal:

Pedal: 3º
Trecho da viagem: 1º
Tempo pedalando: 06:53:00
Tempo de viagem: 10:15:00
Distância: 137.3 km
Média: 19.9 km/h
Velocidade máxima: 58.4 max
Trânsito: cedo tava tranqüilo pois saímos 7:06. Estrada boa com duas faixas de cada lado para os carros e acostamento excelente com asfalto ótimo e bom espaço. Apenas em alguns trechos justo os mais perigosos o acostamento virava 3a. faixa para os carros, com chuva e neblina então fudeu. Já em joinville, trânsito pacato e de boa. Chegamos no hotel 17:21.
SKOL: 2.500 ml para os dois, depois mais na balada.
Lances de escada carregando a bike depois de pedalar 137 km com as malas molhadas amarradas na bike e pesando muito mais de 12kg: 2
Raios trocados, bike do Pedro: 3

Abraços,
Pedro


Pedrão caprixou neste Post! É isso aí... kkkkk

Mesmo o Júnior nos alertando que teríamos subidas, kkkkk, foram mais de 65 km subindo muito pra poder descer! kkkkk E logo quando chegou a GRANDE descida (e era grande mesmo, sinistro!) chegou a chuva! Chuva muito fria! Congelava o corpo inteiro! E as mãos ficavam até fracas pra controlar a bike. Quando nós paramos pra nos esquentar eu estava tremendo tanto que mal mantinha a bike em linha reta. Muito tenso estes momentos! Na casinha, além de comer, colocar a camiseta seca por baixo de um saco e enxer as garrafinhas novamente, ainda trocamos uma idéia com o dono lá da propriedade! Ele nos chamou de doidos, só pra variar e ofereceu-nos vinho! kkkkkk Até que não seria ruim pra dar uma esquentada heheheh. Mas negamos porque era mais importante manter-nos sóbrios para o resto da viagem!

Depois da longa descida, já chegando em Joinville, veio um trecho mais calmo, de retas e menos chuva! E apesar do frio e da impressão do Pedrão, eu estava estremamente feliz e empolgado! Quando chegamos em Joinville eu não parava de gritar: "Chegamos brother!!! Iça!!!". A sensação de realização era muito show! Entramos na cidade e estava rolando uma exposição num parque que fica logo na entrada da cidade. O trânsito de carros era intenso, mas lento. E nós fomos passando e chamando atenção de todo mundo... Nas nossas bikes equipadas típicamente de viajantes e a sujeira de um longo caminho de chuva!

Fomos pedalando cidade a dentro, sentido centro! E maravilhados com a sinalização das ruas! Além de muito bem feita, a sinalização incluia placas turísticas do tipo "Hotel X, próximo ao Shoping". Olha que bem elaborado! Lá não tem como se perder. Mesmo assim nós paramos para perguntar, pois não há nada melhor do que se fazer de perdido pra conhecer as pessoas locais!

Até o próximo post!
Bruno.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Joinville nos espera!

Amigos e amigas do blog!

Hoje eu vou falar um pouquinho mais sobre nosso roteiro e o treino de hoje!

Uma das cidades que estamos anciosos por conhecer é Joinville! Ainda mais com uma imagem dessas, certo Pedrão?! kkkkk Já começamos a navegar pelo orkut para ver as comunidades e as pessoas das cidades que vamos conhecer. Já tem gente respondendo... Muito legal!

Queremos saber ainda mais sobre as cidades, porque ainda não sabemos onde vamos ficar, o que tem pra fazer de dia e à noite, etc... Portanto se vocês souberem de algo, deixem seus comentários aqui no blog, que nós vamos anotar cada sugestão!

Outra coisa show de bola que tá acontecendo, são os comentários da galera... Cada um melhor que o outro! Isso dá o maior ânimo na gente! E na hora dos treinos isso auxilia de um tanto... kkkkk

Hoje no meu treino foi bom pra ver que as subidas são malvadas e que tenho que melhorar um pouco mais! Mas foi bom! Além de vir para o trabalho de bike (e o meio ambiente agradece), é uma forma de curtir a vida, vendo a natureza e pensando na vida...

Os números do pedal são:
Distância: 18,3 km
Tempo: 1 hora
SKOL: 0 (porque afinal de contas, eu tava vindo trabalhar... Imagina?! kkkk) Mas eu prometo que hoje a noite eu compenso!
Trânsito: Não tava tão tenso porque não era horário de pico, mas teve uma hora que passou um caminhão... sinistro! Mas eu tava no acostamento, pedalando consciente... Tudo tranquilo!

Quanto aos preparativos da viagem... Muita coisa adiantada! Estamos até muito organizados kkkkkk A Mônica Geller ficaria orgulhosa kkkkkkk Hoje eu comprei a ferramenta que faltava: a chave de raio, para desempenar as rodas (caso precise)! E ainda encontrei o meu CatEye... Já tava quase desistindo!

Agora temos um protesto a fazer: SKOL, CADÊ VOCÊS??????????? Eu e o Pedrão mandamos nossa proposta antes de ontem e até agora nem sim nem não!! Isso é um tanto frustrante.... Galera do blog: o que vocês acham?! Eles devem ou não nos patrocinar?! Alguém conhece algum diretor da Ambev? kkkkkkk

Bjos a quem for de bjos e abraços a quem for de abraços,

Bruno.

Fala (Digita) galera,

O Brunão pedalou de dia, mas eu só pude pedalar de noite. Os meus numeros do meu pedal foram:

Distância: 21 km
Tempo: 1 hora e 20 minutos
SKOL: 2 latas
Trânsito: Subida do colorado a noite tem um transito não tão intenso mas a cautela foi redobrada e muitas vezes fui pela trilha por fora da pista pra ficar mais seguro.

Abraços,
Pedro

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Por dentro da viagem

Bom dia, bom dia!

Vamos lá! Ao primeiro post da semana (se é que a semana começa junto com o trabalho na segunda-feira)!

Vários amigos(as) têm falado que aqui no blog não tem muitas informações sobre a viagem. Então eu resolvi dizer um pouco mais sobre a aventura:

Há alguns meses eu e Pedrão estamos idealizando a viagem... Inicialmente a gente ia passear pela região dos vinhedos do Rio Grande do Sul... E a idéia era chegar a Montevidéu, no Uruguai. Porém vimos que além de o percurso ser mais difícil, seria mais longo e caro. E tanto eu como meu brother não temos tantos dias seguidos de "férias" no trampo. Então, certo dia, o Pedrão me ligou dizendo mais ou menos isso: "Brunão, bora pela praia... É mais tranquilo o pedal". Eu, claro, considerei a opção! Noutro dia Pedrão me liga novamente: "Brunão, eu tava escutando umas músicas bahianas aqui e fiquei louco... Aí pesquisei na net e vi que em novembro vai rolar uma festa em floripa.... A gente podia terminar o pedal lá, o que você acha?" Começamos então a pensar mais seriamente sobre o percurso e a viagem foi tomando jeito!

Por fim chegamos ao percurso desenhado no mapinha aí do lado (é só clicar nele que o google maps vai mostrar numa escala maior). Nós vamos sair de Brasília no dia 14 de novembro à noite, de avião! Direção à Curitiba-PR! Lá vamos ficar 1 dia e no domingo partimos em direção a Joinville. Joinville, Blumenau. Blumenau, Camboriú. Camboriú, Floripa! Tudo de bike! No total serão 422 km. Chegaremos em Floripa na quinta-feira, dia 20, quando começa o Folianópolis. Farra na quinta, sexta e sábado. Domingão nós voltaremos para Curitiba de ônibus e de lá pra Brasília de avião, novamente.

Serão 10 dias de pura emoção, diversão, adrenalina e esporte na veia. Aos nossos amigos que pedalam e têm equipamento, fazemos o convite para nos acompanhar. Para os que não querem suar a camiseta junto conosco, encontrem-nos no Folianópoilis: http://www.folianopolis.com.br/!

Vai ser bom demais da conta!!!

Grande abraço,

Bruno.